Os 13 tons · tom 6
Tom 6, Waqib'
Waqib', o 6, é o número do centro. Par e no meio da série de treze, ele fala de família, de apoio e do que é concreto.
Atualizado em 7 de outubro de 2026
Waqib'a família
Em resumo
- O 6 tem santuário próprio em Momostenango, num morro tido como o coração do mundo local.
- Fica fora das três faixas dos números, e há leituras que o tratam como baixo.
- Por ser par, está do lado dos números estáveis.
- Quem nasce num dia 6 tende a ter senso prático e a se apoiar no que é real.
1. O número do meio
Waqib' quer dizer seis. Como o 4, o 5 e o 10, o 6 não entra em nenhuma das três faixas de Momostenango, e na adivinhação com Kan chega a ser contado entre os baixos.
Por ser par, fica do lado dos números equilibrados. E, por estar no meio da série de treze, tende a ser lido como firme e duradouro.
O 6 é o meio do caminho que já tem chão.
2. O 6 e o centro
Em Momostenango, o santuário do 6 é o wakibal, o lugar-seis. Fica em Paclom, o morro no centro da cidade, tido como o coração do mundo local. Quem recebe o preparo para esse altar passa a ofertar ali nos dias 6, de 6 Kej a 6 Toj.
A leitura do 6 tende a seguir essa imagem de centro: ele seria o meio e também o caminho até o meio, o percurso de uma vida.
Há quem descreva o 6 como uma família de pé sobre apoios ligados entre si: o entendimento, o trabalho, a amizade, os bens e as ações, boas e más.
Com os apoios ligados, a casa não balança.
3. Quem nasce num dia 6
Quem nasce num dia 6 tende a ter um jeito concreto e prático, e a agir com apoio no que é real.
Na prática, isso costuma aparecer como a pessoa que resolve: conserta o que quebrou, organiza a casa, chama os amigos para a mudança. O cuidado é não reduzir a vida ao que se toca com a mão.
Como todo tom, o 6 se soma ao nawal do dia, e tende a dar a ele estabilidade.
No 6, o chão firme é você.
4. O 6 com os 20 nawales
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Descobrir meu nawalA sua Cruz e o seu cargador estão no Mapa completoDe onde vem esta página
Cada afirmação desta página foi conferida, página a página, em livros de ajq'ijab' e de pesquisadores que acompanharam a contagem viva. Quando só uma voz sustenta uma ideia, o texto diz isso no jeito de falar. Os autores não têm relação com o site.
Os livros e onde encontrarFontes citadas
- Time and the Highland Maya, Barbara Tedlock · Open Library
- Contemporary Maya Spirituality: The Ancient Ways Are Not Lost, Jean Molesky-Poz · Open Library
- Mayan Calendar Astrology: Mapping Your Inner Cosmos, Kenneth Johnson · Open Library
- El Tzolkin es más que un calendario, Walburga Rupflin-Alvarado
- El Calendario Sagrado Maya: método para el cómputo del tiempo, Audelino Sac Coyoy
- Ch'umilal Wuj — El Libro del Destino, Carlos Barrios · Open Library
- Popol Vuh: The Sacred Book of the Maya, Allen J. Christenson · PDF no Mesoweb
- Academia de Lenguas Mayas de Guatemala — a grafia k'iche' dos nomes · site oficial